quarta-feira, 6 de agosto de 2014

Leila Diniz

To chegando à conclusão e que a maior peste da humanidade é o medo. Puta que pariu, como a gente tem medo. Do futuro, do presente, do passado. De gente, de sofrer, de amar, de perder, de viver. Porra!

Eu gosto de trepar, porra! Acho que pra mim seria bacana trepar todo dia. E não me importaria se fossem uma, duas, três, vinte ou mil vezes por dia. Eu tenho uma puta resistência física, já me aconteceu de passar uns três dia não fazendo outra coisa na vida senão trepar sem parar.

A gravidez é um negócio maravilhoso. Dá uma sensação de absoluto a gente fica completa. Acho que o negócio máximo de ser fêmea é estar prenhe. Quer dizer, você trepa e depois fica prenhe. Sinto uma tranquilidade com as pessoas, com tudo. Eu tenho muita pena de homem não poder ficar grávido.


Sou uma pessoa livre e em paz com o mundo. Conquistei a minha liberdade a duras penas rompendo com as convenções que tolhiam os meus passos. Por isso, fui muitas vezes censurada, mas nunca vacilei, sempre fui em frente. Tudo que fiz me garantiu a paz e a tranquilidade que tenho hoje. Sou Leila Diniz.

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